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2 de janeiro de 2013


Banda: Quadrivium
Álbum: Methocha
Ano: 2012
País: Noruega
Estilo: Avant-garde / Symphonic Black Metal
Uploader: Gustavo
Qualidade: 320 Kbps

Quadrivium Facebook 


Músicas do cd:
1. Methocha (04:14)
2. Dead Syphon Focus (04:13)
3. Eye Of Mimas (05:08)
4. Orbital (02:34)
5. Destroyer (05:34)
6. Phobos Anomaly (05:46)
7. The Labyrinth Of Infinity (10:18)
8. Blackbird Abiogenesis (05:23)




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15 de julho de 2012


Banda: Eternal Deformity
Álbum: The Beauty Of Chaos
Ano: 2012
País: Poland
Estilo: Avant-Garde/Doom Metal


Estou escutando pela quinta vez seguida e ainda escuto algo que me surpreende. Todos os vocais são de primeira, mas a produção foi o que mais me impressionou. APROVEITEM!


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16 de maio de 2012




Banda: Mirrorthrone
 Álbum:  Disco
Ano:  2003, 2006 e 2008
País:Suíça

 Estilo: Avant Garde Extreme Symphonic Black Metal

Eu simplesmente adoro essa banda como uma religião. Bem, na verdade, não é uma banda. Mas um projeto solo de um suíço dos infernos chamado Vladimir Chochet que tem umas seis bandas solos, todas tocando o mais puro e denso metal negro das hordas do mal.

O que difere ele de todos os outros músicos que gosto é simplesmente a forma com esse cara conseguiu de dentro do seu quarto com apenas um computador fazer uma coisa tão incrível como esses três projetos. E os outros também. Mas o Mirrorthrone é especial. Eu li uma entrevista que ele deu ano passado onde comentou que fez tudo de ouvido, o cara nem é formado em música. Segundo ele, o lance é que gosta muito de música barroca e como também é poeta e gosta de escrever a dor, o sangue e a morte ele misturou o que mais gostava naquilo que sempre apreciou desde de criança: Black Metal.

Tanto que a profissão dele é Designer Gráfico e não músico. Quelouco, né? 

O Mirrorthrone é uma versão crítica de uma socieda moderna e psicótica onde gera somente escuridão por onde passa, sendo ela culpada pelo seu fim e do planeta.  As letras são bem agressivas, muita gente até chamou o Vladimir de racista nazista, mas na verdade é isso que ele quer mostrar; contar como, nós, seres humanos chegamos a extremos de se achar melhor que outro apenas pela cor. Eu já ouvi todos os álbuns mais de mil vezes e sei o que ele quer dizer e não achei nada racista. É bem crítico, bem real e bem sádico, mas racista não. Não faria sentido, pois eu sou negro, bem pretinho mesmo. rsrs

Olhe esse vídeo:



Apesar de toda a escuridão que impera, a musicalidade do cara é de outro planeta. Ele pegou linhas barrocas clássicas, linhas de guitarras progressivas e uma criatividade ímpar e montou o que hoje ainda não ouvi em nenhuma outra banda. Detalhe: Ele fez tudo da cabeça, criava a bateria na boca, tanto é, que a bateria é eletrônica, pois é impossível um ser vivo tocar algo como aquilo.

Mirrorthrone é fúria. Mirrorthrone é poesia. Mirrorthrone é a coisa mais devastadora que já ouvi.



Se existir coisa mais perfeita que isso que mostre, amigo, porque irei dúvidar de você.





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10 de maio de 2012



Banda: Akphaezya
Álbum: Anthology IV The Tragedy of Nerak
 Ano: 2012
 País: França
Estilo: Avante Garde Progressive Metal (Perfect)

Semana começou foi bem demais para o Prog, meu preto! Akphaezya é aquela banda que passa anos sem lançar nada, mas quando lança é para entrar para a eternidade.

Mas antes vamos conhecer a banda, eu sei que vocês não conhecem ela:

Formados em 2002 em França, chegam agora até nós os estranhos Akphaezya, com o seu primeiro álbum “Anthology II”. Não, não há ainda nenhum ”Anthology I”. Segundo consta, o tempo em Akphaezya não funciona da mesma maneira que no nosso mundo. Este trabalho é, aliás, uma parte de cinco, que não serão editados por ordem.

Donos de um som muito singular, estes franceses conseguem surpreender a cada faixa que passa, pois nunca sabemos que estilos vão eles abordar no tema seguinte. Com a fabulosa Nehl Aëlin nas vozes e nos teclados, os Akphaezya estendem a sua sombra pelos mais variados géneros musicais, sejam eles o Death Metal ou o Jazz. O segundo tema, “Chrysalis”, é um óptimo exemplo da polivalência desta grande banda. Tão depressa se tem uns teclados calminhos, acompanhados por uma voz doce, como no momento a seguir encontrarão blastbeats e umas harsh vocals à lá Angela Gossow.

Na verdade, a grande surpresa desta banda é mesmo Nehl Aëlin. Apesar da banda se conseguir destacar pela qualidade musical de cada um dos membros, é na vocalista que está o seu ponto mais forte, pois Nehl tem uma voz capaz de encher de vergonha algumas veteranas. Além de ter um timbre fantástico, esta moça é capaz de cantar qualquer tipo de música e continuar a roubar todas as atenções. Na “Khamsin”, por exemplo, Nehl supera-se. Mais de metade do tema é puro avant-garde, com todo o tipo de vozes loucas mas, quando se esperava um final insano, o ambiente muda e somos transportados para o mundo do jazz na doce e serena voz desta fantástica vocalista.

Diablo Swing Orchestra tem um grande concorrente para bater seu álbum em 2012!

Esse novo álbum está fino. Constante e incrívelmente criativo. Novidade a cada segundo para ouvidos despercebidos. Super recomendo!! Grande lançamento!!! 

P.S: Estou disponibilizando os álbuns anteriores da banda para quem estiver afim de conhece-la melhor! Dentro também dos comentários. =) 

ASSISTAM O CLIPE!!! É DEVASTADOR!!!







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25 de abril de 2012



Banda: Diablo Swing Orchestra
Álbum: Pandora's Piñata
 Ano: 2012
 País: Suécia
Estilo:  Avant Gard Progressive Symphonic Metal
 Facebook

Quando conheci DSO no lastfm, não passavam de 200 mil plays, hoje já passa de 4 milhões. Essa banda é muito especial para mim porque na mesma semana que a conheci, havia também descoberto o Mirrorthrone e o Unexpect, duas bandas que nunca paro de ouvir há quatro anos. O Avant Garde também tem muito a ver no meu gosto musical por causa deles, principalmente o Diablo.

Eles tem uma diferença que nunhuma banda usa, é um teatro mágico ou teatro dos sonhos para o Metal. Criatividade, soberba e um especial motivo para fazer música incríveis é assim que defino o DSO. Pandora´s Pinãta vem recheado de coisas 'bonitinhas' mas que na verdade, são capetas querendo beber seu sangue humano. Eu sou fã de verdade deles, daí minha opinião fica dúbia demais. Ana dedico para você esse post =)

Para quem ainda não conhece a banda: 


Diablo Swing Orchestra, muitas vezes chamado apenas de DSO, por simplicidade, veio a vida no ano de 2003, proveniente das geladas terras suecas. Isso na nossa concepção, pois segundo a banda, suas origens remontam aos idos do século XVI, onde os ancestrais dos integrantes da banda tocavam numa orquestra de modo a desafiar o poder clérico da época, e assim tocavam às escondidas em sua localidade, sendo ajudadas pelos camponeses locais, oprimidos pelo mesmo poder. Depois de vários anos tocando ao vivo em conjunto com esses camponeses, eles receberam um subsídio da igreja tão alto que começaram a pensar que ela, em breve, os matariam, e assim fizeram uma última apresentação da forma mais espetacular possível até que, então, foram mortos por ela.

História verídica ou não, até hoje ninguém afirmou (e nem negou) nada sobre ela. Mas já dá para se ter uma idéia do que se trata a proposta e filosofia da banda, de certo. Pois então, o som da banda é calcado e enraizado no Metal com fortíssimas influências sinfônicas, remetendo em sua estrutura bandas como Therion e Haggard. Mas eles possuem o grande diferencial de trazerem para essa base influências diversificadas tais como o Dark Cabaret, Jazz, Rock Progressivo e até música latina, criando assim ritmos e estruturas sonoras intrincadas (sem que isso soe forçado em momento algum) sob um ar vintage que nos remete à botecos europeus de séculos passados e uma atmosfera fantástica com cheiro steampunk, remetendo logo a nomes do Stolen Babies e Ram-Zet. Mas além disso tudo, acrescente ainda a toques muito bem inseridos de um humor inteligente e instigante, conferindo títulos geniais a todas suas músicas e cds. E eis, então, que tem-se a receita do trabalho do DSO.

Tendo o DSO lançado seu primeiro álbum no ano de 2006, sob a alcunha de The Butcher’s Ballroom, agora vem a tona seu novo trabalho, Sing Along Songs For The Damned And Delirious. Pois todas as músicas nele são tão interessantes quanto o nome que as carrega. De diferente em relação ao cd anterior,há um foco menor nas elaborações harmônicas e polirítmicas em detrimento das orquestrações e atmosfera, tornando o trabalho mais variado e um pouco mais fácil de absorver. No entanto, a qualidade permanece intacta, senão ainda mais apurada.







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1 de abril de 2012


Banda: Ram-Zet
Álbum: Freaks In Wonderland
Ano: 2012
País: Noruega
Estilo: Avant Garde Gothic Progressive Symphonic Metal

Download

Luís Miller, meu xará e amigo. Essa é para você, a banda ficou perfeita com esse play, cara! Caralho!! Poder!!

Ram-Zet is an extreme metal, avant-garde metal band formed in Norway in 1998. It began as a one-man project by singer and guitarist Zet, which later evolved into a full-grown band with the arrival of Küth (drums) and Solem (bass), leading to the release of Ram-Zet's debut album Pure Therapy in September 2000.

Ram-Zet's music is very diverse ranging from black metal to thrash metal. It has industrial sounds, progressive structures, and traditional instruments forming a style which some people, including band mastermind Zet, have called "schizo-metal". Their music contains lots of rare time signatures, unconventional harmonies, and unusual violin parts. They can be regarded as an avant-garde metal band, because of the wide range of genres influencing them.

Ram-Zet's lyrics are strongly linked to a schizophrenia theme. The lyrics of Pure Therapy, Escape, and Intra all revolve around this mental disorder. Forming a story which runs through all three albums, they feature two main characters: a schizophrenic patient in a dubious mental institution (sung by Zet), and a nurse trying to help him evade (sung by Sfinx).








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27 de novembro de 2011



Banda: Blut aus Nord
Álbum: 777 - The Desanctification
Ano: 2011
País: França
Estilo: Avant Garde Black Metal

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O nome da banda quer dizer 'Blood From North' em alemão, mas literalmente o nome está incorreto. O correto seria 'Blut aus dem Norden', mas sabe como é, né? Avant Garde precisa sempre estar fora de padrões, até mesmo matemáticos.

A banda é bem antiga, surgiu em 1994 e de lá para cá lançou nove full e vários EP e demos. O dono e criador do som da banda é o música chamado Vindsval. O som é todo experimental, depressivo e profundo. Gostei da temátia e ambiente.






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20 de novembro de 2011



Banda: Fluxious
Álbum: Why So Serious
Ano: 2011
País: França
Estilo: Avant Garde Progressive Metal

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Perfeito demais. Nem barulhento, nem rápido, nem estranho. Simplesmente Avant Garde em teores alucinantes e coerentes por incrível que pareça! Super banda e lançamento! =) Repostando pq teve muita gente que pediu!






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14 de setembro de 2011




Banda: Hesus Attor
Álbum: Señorai EP
Ano: 2011
País: Croácia
Estilo: Avant Garde

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Som que tem uma linha chamada pela própria banda de "núcleo de matemática dadaísta"... que viagem do caralho...sua música é como um ataque epilético sincronizado, na verdade é um monstro estranho, miscelânea de estilos, sempre com a parede brutal de sons, mas também com sentido distorcido no humor. Tem ouvido, escute pois eu achei super legal! =)






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11 de agosto de 2011




Banda: Samsas Traum
Álbum: Anleitung zum Totsein
Ano: 2011
País: Alemanha
Estilo: Neoclassical Gothic Metal (Avant Garde)
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Samsas Traum é uma banda Avantgarde originaria da Alemanha e fundada por Alexander Kaschte. Sua musica mistura elementos de dark metal, symphonic metal, Neue Deutsche Härte e cantastoria.

Samsas Traum começou em 1996 quando Alexander lançou sua primeira fita solo demo. Três anos mais tarde o projeto solo virou um grupo com três integrantes e seu primeiro álbum oficial foi ”Die Liebe Gottes - Eine märchenhafte, [“O Amor de Deus – Uma opera black metal”] que dividiu opiniões.

Muita gente disse que Samsas Traum era a melhor novidade do ano, outras o detestaram, até pelo comportamento provocativo de Alexander Kaschte.

A aparição seguinte foi em 2000, com o álbum “O Luna Mein” (Oh, minha Lua) , um disco mais maduro e diversificado com arranjos mais elaborados, instrumentos afinados e um lindo coral. Nesta época Alexander começou a criar sua outra personalidade (alter-ego) sombria chamada de Weena Morloch, que era mais barulhenta e começou a incluir amostras de filmes de horror em suas musicas e shows.

Muitos álbuns foram lançados a cada ano, cada vez mais contendo arranjos no estilo industrial e clássico. Os dois novos álbuns que foram lançados em novembro de 2007 são repletos de coisas velhas e novas. Enquanto o primeiro álbum nos leva a um mundo black metal (“Heiliges Herz - Das Schwert deiner Sonne”), o outro é acústico e muito pessoal (Wenn schwarzer Regen…) .

A edição limitada de ”Heiliges Herz” foi embalada numa espécie de livro e com capa prateada. O livreto com 44 páginas foi confeccionado em papel especial laqueado e contem letras, fotos, comentários e muitas ilustrações exclusivas. Veio um cd bônus com vários remixes de grupos famosos como: Pain, Wumpscut, PAL, L’Ame Immortelle, In Strict Confidence e Ingo Römling. Também incluiu musicas nunca lançadas e material inédito tirado do arquivo pessoal de Alexander Kaschte.

Eu sou doente mental por músicos pertubados que fazem projetos musicais sozinhos! rsrsrs! Mesmo sendo egocêntrigo ao extremo, Alex fez um trabalho devastador demais para deixar passar batido por mim. Denso, muito denso mesmo.Ele está mais limpo nas vozes, não soa agressivo aos ouvidos e estão cantados mais uma vez em Alemão o que deixa a coisa mais impressionante. Recomendo muito, álbum muito lindo e variado.






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5 de junho de 2011




Banda: Unexpect
Álbum: Fables of the Sleepless Empire
Ano: 2011
País: Canadá
Estilo: Progressive Avant Garde
Metallum

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Existe um elo sagrado comigo e o estilo chamado Avant Garde. Conheci três bandas ao mesmo tempo em 2008 que até não paro de ouvi-los depois de tanta banda entrando e saindo da minha list e cabeça. A primeira e mais influente se chama Mirrorthrone (Rei), a segunda mais charmosa se chama Diablo Swing Orchestra (Rainha) e a terceira e bobo da corte se chama Unexpect, ninguém acredita, confia ou desconfia, mas é o único que sabe todos os segredos do castelo.

Demorou uma eternidade, pois o último álbum saiu em 2006 e a banda não lançava nem uma brisa do que estava fazendo até mês passado. Esse tempo todo, eles ganharam tanto nome abrindo shows para bandas de grande nome no cenário até para o Dream Theater, tanto que o tecladista do Dream Jordan Rudess chamou Unexpect de algo que ele sempre quis tocar, mas ainda não conhecia pessoa viva para fazer. A banda seguiu o camingo errado, lançando apenas dois álbuns, sendo o primeiro dado de graça e com apenas mil cópias de tiragem e o segundo se tornando um produto lendário, mas acho que aqui no brasil o encontra lá no cantinho empoeirado de grandes lojas de metal. O lance foi tocar o número máximo de vezes ao vivo e ver qual é. E eles viram.

Hoje são a maior referência no gênero no cenário. Até mesmo no Map of Metal feito ano passado (procura no google) eles estavam como banda destaque e mais impressionante, conseguiram uma legião de fanáticos pelo mundo. Não dá para ficar apenas fã do Unexpect, tem que virar fanático.

'Fables of the Sleepless Empire' é ousado demais, absurdo como os próprios integrantes alegam. Causa um terror medonho tentar acompanhar a sonoridade, é seguir a melodia e dança da forma deles. Se não for desse jeito vai morrer sem compreender o que diabos é Avant Garde. Não irei falar do instrumental, ninguém consegue. Prefiro seguir pelo sentimento o que causa e o emblema que a banda destaca naquilo que cria como elemento musical.

Unexpect é banda mais perfomática que irá existir. Sentimentos são colocados na voz de Leïlindel que transpira em nosso poros e se torna uma doença contagiosa e febril. Syriak é o artista que em vez usar pincéis para pintar paínes expressionistas, inventou que tocar guitarra é a mesma coisa, só um pouco dolorido. ChaotH e sua máquina 9-String Bass, ele já ditava moda tocando bass, o que se pode esperar tocando uma 9? Artagoth leva as vozes mais sinuosas, ele que faz as passagens sem nexos nas músicas, sua guitarra mescla o universo em notas únicas. Blaise Borboen-Leonard é o novato que toca violino. ExoD faz o mundo pulsar nos teclados e assim Unexpect dita um universo sem cor, pastel e confuso que a música ainda não está preparada para compreender, somente os forte e bravos.

A expressão máxima do que é música é Unexpect e meu pelo Avant cresceu ainda mais depois desse álbum que é feito para ficar sem entender. Não dedico para ninguém, não quero que todos ouçam, só quero aqueles que buscam o experimental e tenha uma cabeça aberta para o desconheçido da banda mais criativa do mundo.





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22 de abril de 2011




Banda: Enmity
Álbum: Murderabilia
Ano: 2011
País: África do Sul
Estilo: Progressive Avant Garde Metal
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Pqp, que banda! As linhas musicais deles é sem explicação, tem hora que é a coisa mais bonitinha do mundo para você cair de cabeça e ser espetado pelo o mais brutal death metal! A banda é da África do Sul, vejam só, quase ou nunca postei nada de lá. Eles conseguem juntar riffs bem pesados, vocais cheios harsh e femininos seráficos, harmonias bem criativas e passagens interlúdicas modernas. Super experimental o som da banda, eu aprecio muito esse tipo de som.

Se você acha que irá ouvir algo chato, para baixo ou enfadonho, engana-se lastimávelmente. O som da banda é bem animado, rápido e contagiante. A líder da banda é a tecladista e vocalista Chloë, meu velho, tiro meu chapeu para ela. Os integrantes se mostram jovens, mais jovens que eu acho! Musicalmente eles estão de parabéns, coisa rara ouvir uma banda com a originalidade que essa banda demonstra nesse álbum. Max Barashenkov da Purity Music Magazine (uma das revistas mais conceituadas da Europa) comenta que é uma das bandas mais criativas que ele já ouviu. O cara é respeitado por 100% das bandas de metal de lá, ele deve estar correto, porque achei a mesma coisa. Recomendo, super banda!!





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17 de abril de 2011




Banda: Fluxious
Álbum: Reaching Nowhere
Ano: 2011
País: EUA/França
Estilo: Progressive Avant Garde Metal
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Fluxus ("fluxo" em latim) foi um movimento artístico caracterizado pela mescla de diferentes artes, primordialmente das artes visuais mas também da música e literatura. Teve seu momento mais ativo entre a década de 1960 e década de 1970, se declarando contra o objeto artístico tradicional como mercadoria e se proclamou como a antiarte.

Fluxious, variante do nome do movimento existe para lembrar essa época gloriosa para a história da arte alternativa. O destaque vai para Joana Desfosses, uma vocalista de tom limpo e noir, segue bem ao estilo que a banda expressa musicalmente. Eu conheço pouca informação sobre eles no momento, mas prometo que faço algo melhor depois. Recomendo! Banda linda demais de ouvir!






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20 de março de 2011


Banda: The Global Warming Extravaganza
Álbum: Debaucherous Adventure
Ano: 2011
País: EUA
Estilo: Avant Garde/Death Metal

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Eu não sei explicar o que essa banda toca, talvez seja a mais inusitada que postarei no DoS. Eles tocam alguma coisa sobre o fim do mundo, problemas ambientais e como somos seres desprezíveis! =)




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Banda: Light Bearer
Álbum: Lapsus
Ano: 2011
País: UK
Estilo: Atmospheric Metal
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Postando por um gosto bem pessoal por esse estilo. Muito bonito de ouvir e cativante. Espero que gostem, mas ele é bem dramático e denso. Recomendo!





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10 de março de 2011



Banda: Unexpec
Álbum: Orange Vigilantes - Single
Ano: 2011
País: Canadá
Estilo: Avant Garde

1 - Orange Vigilantes

Um vácuo de cinco anos de espera, mas eis que finalmente sai algo novo da banda que simplesmente mudou a estrutura musical e o conceitos do que conheço por Avant Garde Metal. Como eles mesmo dizem:" progressive, symphonic, black / death, core and melodic metal; classical, operatic, medieval, goth, electro, ambient, psychotic, noise and circus music with an occasional jazzy touch. "

Esperamos esse álbum desde de 2008, mas finalmente está saindo! Unexpect é um mundo novo, absurdo e criatiavo do Metal. Eles tocam em outro tom, um universo paralelo de tão forma que não existe nada igual, parecido, mas não igual.




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7 de março de 2011




Banda: Transcending Bizarre?
Álbum: The Four Scissors (Remixed, remastered+bonus)
Ano: 2009
País: Grécia
Estilo: Symphonic Black Metal/Avant Garde-Post Metal
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Primeiramente queria agradecer aos amigos que baixaram o álbum "The Misanthrope's Fable" do Transcending Bizarre? Nossa, vocês não sabem como fiquei feliz pelo grande número de downloads que tivemos! Alguém está lendo meus comentários de fato! O Rei do Sul Estéfano e eu agradecemos! Rrrsrsr!

Esse álbum é bizarro completamente, não existe informação dele no site oficial da banda, mas tem uma capa nova, essa a versão renovada do álbum de 2003, com faixas modificadas e inéditas. Ana, meu bem, um presente do dia 05 para a gente! Se gostou do álbum mais novo, vai se impressionar com esse! Recomendo!






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Banda: Angizia
Álbum: kokon. Ein schaurig-schönes Schachtelstück
Ano: 2011
País: Áustria
Estilo: Folk Symphonic Metal (Avant Garde)
Official

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Eu já havia postando Angizia, a única banda que se compara e também pode ser chamada de 'Circus Metal' por sua beleza e criatividade ao Diablo Swing Orchestra. Nasceu em 1994 da mente do guitarrista Michael Haas, que na trama teatral da banda se chama Engelke. A banda mostra um lado interessante de fazer música, é uma 'trupe' da idade média se apresentando em praças públicas, recitando poemas e épicas histórias trágicas.

Meu gosto por bandas dessa linha é mostrado completamente nesse álbum do Angizia. Tem Irene Denner com vocais líricos, Rainer Guggenberge e Michael Haas interpretando vozes e coros. Emmerich Haimer nas guitarras, Jochen Stock da incrível banda Dornenreich fazendo baixo e guitarras, Marion Entwich tocando piano - todas as músicas tem linhas musicais com piano - e devastador e brutal Moritz Neuner na bateria (Abigor, Necrology (Aut), Siegfried (Aut), Dornenreich, Korovakill, Enid, Darkwell, Evenfall (Ita), Korova, Sternenstaub, Graveworm (Ita), Leaves' Eyes, Angry Angels, Atrocity (Deu), Shadowcast, Dark Embrace (Esp), Golden Dawn, Samsas Traum, Liv Kristine). Ainda tem linhas clássicas de cello, violinos e tudo que se pode esperar de uma banda do naipe do Angizia.

É um álbum bem interpretativo, se voçê espera um folk metal daçante e rápido desista. Aqui é um grande musical das regiões russas/austríacas da Europa medieval. É para apreciar e não headbangear. Eu recomendo demais, é tudo perfeito demais, melancólico e virtuoso. Um grande lançamento de AG que merce meu respeito e adoração!






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2 de março de 2011




Banda: Le Grand Guignol
Álbum: The Great Maddening
Ano: 2007
País: Luxemburgo
Estilo: Symphonic Extreme Metal/Avant Garde
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Um grande álbum! Na captura de bandas parecidas como Trancending Bizarre? Para aumentar a disco de bandas incríveis que ninguém sonhou ou ousou ouvir, encontro Le Grand Guignol. O Vocalista é o Philip Breuer, o Guitarrista e baixista Patrick Damiani e o Baterista Michel Spithoven são também da incrível banda Falkenbach. Daí se você conhece essa banda sabe mais ou menos o que irá ouvir.

Eles tem essa linguagem solta, hora lembra um banda velha que tocou anos em apenas um pup com fedor de cerveja e cigarro, hora lembra uma grande apresentação no mais belo teatro que você já viu. Essa eu gostei completamente, impressiona como todas as bandas do estilo que postei aqui. Recomendo!






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15 de fevereiro de 2011




Banda: Transcending Bizarre?
Álbum: The Misanthrope's Fable
Ano: 2010
País: Grécia
Estilo: Symphonic Black Metal/Avant Garde-Post Metal
Official

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Meu último post vai para a banda que assombra qualquer pessoa por sua singular forma de tocar metal. Eles estão de volta! Transceding Bizarre?! A diferença começa pelo nome, sempre fico encomodado com ele, tem que se perguntar para dizer o nome da banda, somente ae já deixa grilado meio mundo de gente! Eles são gregos e nessa linha musical pouca gente faz melhor ou igual. Depois de uma tempo, vamos percebendo que as melhores bandas que postei aqui com temas mais trevosos são da Grécia.

O álbum está mais conceitual, tanto nas letras como nas melodias. São interligados, para entender o que está se passando nele precisa ouvi-lo completo. O vocais do incrível Kolzak está diversificado, simplesmente uma energia nova para o que eles estavam querendo fazer. Foi gravado também um coral de crianças para assombrar e deixar a atmosfera sobrenatural do álbum. Eles comentam que graças aos Symphonic Avant Garde esse álbum demonstra o lado mais sombrio e psicodélico do estilo até o momento, corcordo em todos os sentidos. A faixa 04. Envisaging the Ideal Planet demonstra como a banda é imbatível nesse quesito. A primeira vez que ouvi esses caras comentei com Ana que havia encontrado uma banda que poderia bater o Mirrorthrone, ela apenas me olhou e falou: Não acredito. Eu ainda não acredito que posso encontrar essa banda, mas o que o Transcending Bizarre? fez nesse álbum é para sempre.

Uma pena mesmo demorar tanto para liberarem em 2010. Acho que serei a única pessoa no H.S que irá falar deles ou postar. Gosta do desconhecido bem orquestrado e medonho começando pela capa? Pois está diante de uma banda que tenho um orgulho e prazer em mostrar para vocês. Se tem medo de conhecer A.G conheça por Transcending Bizarre? vai surpreender seus sentidos e alma.






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