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26 de junho de 2011




Banda: Rhapsody of Fire
Álbum: From Chaos to Eternity (Deluxe Edition)
Ano: 2011
País: Itália
Estilo: Symphonic/Orchestral Power Metal
Metallum

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Bem, muita gente pediu, chorou e implorou para eu falar tecnicamente do 'From Chaos to Eternity', não iria, mas como não mando em mim, vamos lá falar um pouco do álbum e não da banda. Primeiramente, esse álbum que está sendo disponibilizado é a versão deluxe que vem com a faixa extra: Flash Of The Blade do Iron Maiden.

Apesar de possuir apenas nove (9) faixas é um álbum de 57:34 min. Quase uma hora daquilo que foi a proposta da banda, dá um fim definitivamente na saga. As letras são até simples e dá para acompanhar onde a saga parou no último álbum. Thanor, o Dragão Negro se revolta com Nekron e diz para os anjos onde ele estava escondido. Com isso o álbum vai nos levando para uma viagem cheia de bravuras, corações em chamas, fúria, aço e o amor sagrado. Os personagens vão finalizando suas participações na grande história que trará harmonia ao Universo novamente. O legal é você mesmo acompanhar as letras, elas já estão disponíveis no Metallum. Mas vale dizer que Dargo, coitado dele, finalmente aceita seu destino como héroi da Saga. Muitas revelações espirituais, angelicais e draconiais! Pronto, vá acompanhar cantando que valerá muito! A última faixa Heroes of the Waterfalls' Kingdom está dividida na seguinte ordem:

I. Lo Spirito Della Foresta
II. Realm of Sacred Waterfalls
III. Thanor's Awakening
IV. Northern Skies Enflamed
V. The Splendour of Angels' Glory (A Final Reveletion)

O Sir Christopher Lee tem uma participação primordial, ele faz as vozes de vários personagens e a narração. Acho que já impossível não ouvir Rhapsody sem a voz dele. Segundo o próprio, apesar do fim da Saga, sentiu-se sastifeito com a participação e terá o maior prazer em narrar novas aventuras da banda, ele ressalta que se ainda estiver vivo! rsrsr!

Como comentei antes, faixas com letras simples, bem dosadas e que não cansa de ouvir por um longo tempo. Diretas, única faixa narrada mesmo é a última, mas não cansa, pelo contrário, é fantástica e um obra perfeita para fechar o disco e a Saga. Eu quero destacar as linhas do Luca, ele mostrou novos ares na sua pequena guitarra, solos milagrosos, poderoso e supremos. Tom Hess apenas faz as bases e nada mais. A faixa que pode explicar tudo que esse álbum tem de beleza, musicalidade e sinfônico se chama 'Ghosts of Forgotten Worlds ' uma das melhores faixas de todos os tempos da banda. Do Naipe das lendárias que nós sempre comentamos. A interpretação do Fábio é de arrepiar, a letra também ajuda. Empolga até o última letra do refrão. É a expressão mais suplime das características da banda.

Enfim, é um álbum primoroso, técnico onde todos os músicos estão tocando com um amor sem conta, nota-se em a todo momento isso. Muita gente fala que a banda não vai mudar, eu continuo achando que vai. A faixa extra é uma das versões mais legais que uma banda fez do Iron Maiden, fechando tudo com chave de esmeralda minha saga preferida dentro do Metal! Recomendo e dedico para Ana que está apaixonada ainda mais pelo Rhapsody of Fire e por mim, claro! E não reclamem, quando sair o FLAC também irei postar! rsrsrsrs!






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5 de junho de 2011





Banda: Rhapsody of Fire
Álbum: From Chaos to Eternity
Ano: 2011
País: Itália
Estilo: Symphonic/Orchestral Power Metal
Official

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E a Saga mais amada, críticada, repudiada, odiada e mais longa do metal sinfônico termina. Lembro que eu tinha 17 anos. Numa época que computador era para rico, internet era algo discado que demorava anos para se baixar uma única música de 3 Mega. Leitor doente de quadrinhos, jogador de RPG voraz e sonhando com a Terra-Média todo santo dia que iria virar um filme. Voz mudando, super gordinho e com problemas com o amor. Nesse meio tempo, conheci Rhapsody. Pensei que fosse um jogo de fantasia quando meus olhos bateram na capa. Era um cara bombado montado em um unicórnio indo pra cima de um Dragão, ao fundo o horizonte poente e o poético. Esse álbum era o 'Legendary Tales' e o ano era 1998. De lá para cá me tornei homem, marido, professor, estudioso de lendas, contos medievais, cultura nórdica, literatura fantástica, quadrinhos e cinema. Ainda irei trilhar um caminho muito longo até chegar onde quero, mas estou no caminnho certo e devo isso a essa banda chamada Rhapsody. Ah, esqueci do of Fire.

É como alegria e dor no coração que também digo: Depois desse álbum a banda vai mudar. Pode apostar. Eu acho que será preciso. O mundo mudou, os ares também. A globalização é dinâmica e ela é cruel.

Agora vamos voltar a SAGA. Começa com Ira Tenax e termina com Heroes of the Waterfalls' Kingdom. Mais de 150 músicas narrando uma batalha sem fim do bem contra o mal nas terras criadas pelo lunático do Luca Turilli. Sabe, eu começei a me interessar por inglês mesmo porque queria acompanhar as letras do Rhapsody, principalmente as narrações. Fui tão viciado que criava aventuras de RPG´s com meus amigos ouvindo os álbuns como soundtracks. Eu tive uma juventude fantasiosa demais, mas fui feliz. =)

A Saga começa com o mundo entrando nas trevas e sem esperança, até que do norte aparece um salvador empunhando uma espada de esmeralda detonando vampiros, zumbis e tudo que era maléfico. Depois entra o vilão. O pai do vilão. O vilão engana todo mundo. Os dragões queimam o mundo e o vilão foge ileso. o vilão não era vilão. O mocinho some, mas o vilão fica. Descobre que existe uma legião de demônios vindo destruir todo o mundo, o pai do vilão é o culpado. Ele chama os grandes senhores livres do mundo. Se inicia uma irmandade para encontrar artefatos que possam destruir esse demônios. O mundo fica salvo. O vilão é fodão, tem no sangue o segredo do universo. Se inicia uma nova era. Agora os anjos estão muito invocados com os humanos, o bicho vai pegar. Ninguém sabe que é vilão ou mocinho. Aqui eu não consegui mais acompanhar a história, mas sintetizei da minha perspectiva, claro que tem coisa ae que não existe. Isso tudo numa visão de um contator de história que depois ganhou a voz de um dos atores mais versáteis do mundo e deu um certo moral para banda.

Mas foi nessa visão portentosa que eu vivi esses anos todos. Sempre querendo saber como iria terminar a história. Depois de uma certa idade, você começa a achar que dava para ter sido mais bem escrito e algumas pontas ficaram soltas durante o processo. Tenho certeza que isso se explica o enorme número de EP e singles fodástico de bom que a banda lançou para explicar os vacilos do Luca na criação do full´s.

A banda mudou o mundo do metal. Criou uma nova escola de músicos, fãs e críticos. Trouxe para leigos o sentido de contar histórias fantásticas, narra-las como se fosse uma épica aventura que qualquer pessoa poderia acompanhar, cantar, vibrar e se emocionar. Eles viram que dava certo usar o barroco, erudito, lírico e medievalismo dentro do metal sem parecer falso demais e acabar se tornando ridículos. Muita gente torce ainda o nariz, mas eles conseguiram como ninguém. Apesar de eu brincar muito com o Luca, ele é incrível como músico. Um dos grandes maestros vivos, errou em algumas coisas que não irei comentar e acertou em 90% do que imaginou o que seria Rhapsody para o mundo. Ao lado de Luca sempre esteve Staropoli um magistrado que sabia interpretar o que o amigo imaginava e transformar em melodias lendárias. Esses dois deram certos porque pensam muito igual e se respeitam. Todo esses anos ouvindo Rhapsody, a gente descobre essas coisas. Eles podem tocar até samba que eu saberei, são como impressões digitais. Passei muito tempo achando o Luca um guitarrista sem precedentes, mas achando a guitarra dele ridícula...enfim...nada é perfeito mesmo.

Quando ouvi a primeira vez "Demons of abyss wait for my pride/On wings of glory I'll fly brave and wild..." interpretado pelo Fábio, minha visão ficou turva, meu coração parou de bater e quase morri ali parado. Tinha encontrado a banda que seria odiada pela minha mãe de tanto eu ouvir e destruir o som dela! Sempre quis cantar como ele, nunca consegui, sou lástimável como vocalista, mas são coisas da vida. Enquanto o Fábio ainda trocava algumas pronúncias em inglês pelo italiano eu o colocava no trono eterno do melhor cantor do univero. E ele ficou mais velho, a voz ficou mais grossa, agora cantando até no Kamelot e se consagrando o maior interprete vivo que o mundo já viu andando, o problema que ele ainda tem um sotaque em algumas palavras em ingles que teimam em sair italianas! 50% do meu amor pela banda é por causa desse homem de cabelos rebeldes que faz jus ao nome de Leão da Itália.

Eu não irei falar sobre esse álbum. Todo sabiam que seria o melhor do ano, não irei perder meu tempo com essa trivialidade. Também não irei falar sobre o resto da banda. Staropoli, Luca e Lione são o tripé da banda, sempre foram. E todos vocês quando lembram da banda irão lembrar de alguns deles, não é? Então vamos pular isso também!

Sascha Paeth. Enquanto o trio eram o Deuses da criação esse cara era o condutor. É meio sem explicação se não existisse ele no mundo do Rhapsody. Vou mais longe. Sem Sascha Paeth hoje não existiria o Power Metal que conheçemos.

Então se chega ao fim de uma era que cresceu e que em sua maioria nem mais escuta Rhapsody. Eu escuto e tem um orgulho sem conta de saber quase todas as letras, levantar as mãos e fazer bravatas nas passagens de 'Flames of Revenge', 'Emerald Sword', 'Dargor - Shadowlord of the Black Mountain', 'Rain of A Thousand Flames', 'Agony Is My name', 'Unholy Warcry', 'Triumph Or Agony', 'Reign of Terror' e 'Heroes of the Waterfalls' Kingdom'.

Uma vida de aventuras que me deixa marcas sem fim e que compartilho como vocês. Rhapsody é minha banda preferida de Metal em mais de 13 anos sendo metalhead. Eu fico muito triste com o fim, mas tudo precisa chegar nela. A vida precisa continuar. O a última página da “Emerald Sword Saga” se fecha. Guardo ela no coração e ela vai continuar viva até o fim dos meus dias. (T__T)

Obrigado por compartilharem comigo a alegria eternar e dor passageira, obrigado mesmo meus amigos! O Discipline mais uma vez é o poder de blog graças a cada um de vocês! \m/!






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15 de abril de 2011




Banda: Rhapsody of Fire
Álbum: From Chaos To Eternity (17 de June 2011)
Ano: 2011
País: Itália
Estilo: Symphonic Power Metal



Calma! Calma! Não é o Full, mas apenas uma novidade dupla que saiu hoje pela manha. Primeiro foi a entrada do Guitarrista Tom Hess (ex -HolyHell) e a distribuição gratuita da faixa “Aeons Of Raging Darkness” que simplesmente demonstra que está vindo nesse novo e último álbum de uma das sagas mais impressionantes que o Power Metal já viu em sua existência. Eu achei muito boa a música. Boa Noite e deixo uma pequena frase para os inimigos que andam perseguindo o Dos, lembre-se: quem te odeia na verdade quer estar no teu lugar...






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16 de outubro de 2010


Banda: Rhapsody
Álbum: The Cold Embrace Of Fear– A Dark Romantic Symphony
Ano: 2010
País: Itália
Estilo: Symphonic/Orchestral Power Metal

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Rhapsody (Rhapsody of Fire é para novatos), é uma banda que não é terráquea não meu amigo, eu não sei como os caras conseguem tirar tanta perfeição das vozes das pessoas e dos instrumentos tocados, se escolhessem esse CD pra ser a trilha sonora de algum filme épico, eu não ficaria surpreso, HAHAHA!

Uma coisa que me chamou atenção nesse CD foram os riffs agressivos do Luca, ele tem escutado bastante Thrash! HAHAHAHAHAHAHA! 

E outra coisa, eu não poderia deixar de dizer aqui:

Rhapsody mostrou o que é com o lançamento de The Frozen Tears of Angels e nunca mais irão deixar de ser inspiração para criação de novas bandas do estilo, eles são os melhores no que fazem e isso NINGUÉM, NINGUÉM! Pode negar.






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4 de maio de 2010


Rhapsody of Fire - The Frozen Tears of Angels (2010)


País: Itália
Estilo: Symphonic/Orchestral Power Metal

1.Dark Frozen World 02:13
2.Sea of Fate 04:47
3.Crystal Moonlight 04:25
4.Reign of Terror 06:52
5.Danza Di Fuoco E Ghiaccio 06:25
6.Raging Starfire 04:56
7.Lost in Cold Dreams 05:12
8.On the Way to Ainor 06:58
9.The Frozen Tears of Angels 11:15

The special limited deluxe digipak has two bonus tracks:
10. Labyrinth of Madness (04:35)
11. Sea of Fate (Orchestral Version) (04:04)

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Line-up:
Fabio Lione – Vocals
Luca Turilli – Guitars
Alex Staropoli – Keyboards
Patrice Guers – Bass
Alex Holzwarth – Drums


Rhapsody outra vez Pikachu? Rhapsody outra vez sim, algum problema? Não posso babar a minha banda preferida não?

Eu disse anteriormente que voltaria com um comentário mais explicativo sobre o novo álbum do Rhapsody, e eu não chamo of Fire porque demora demais. É Rhapsody e acabou! Primeiro vamos explicar o que pegou nos bastidores do álbum Rhapsody "The Frozen Tears of Angels", primeiro foi a luta judicial que eles tiveram com a Magic Circle, a produtora e gravadora do otário do Joey DeMaio (Manowar).O primeiro erro foi eles terem feito esse contrato escroto de passar todos os poderes, nomes, selos e tudo relacionado a marca Rhapsody para a Magic Circle. Eles ainda não comentaram abertamente o que pegou de verdade, mas uma coisa é certa; a Nuclear Blast botou pressão no Joey judicialmente para ele liberar a marca Rhapsody. Enquanto isso tudo rolava, os músicos ficaram desempregados! ALex Staropoli estava dando aula de Educação Física! Pasmem! Alex Holzwarth e Patrice estavam fazendo projetos musicais por ae. O Fábio Lione se meteu a voltar a cantar no Vision Divine que por sinal foi o pior álbum que eu ouvi da banda, fora que ele foi tocar na Espanha com a banda e torrou toda a grana sem ao menos aparecer no palco.O Luca tava dando aula de Guitarra e estava se achando o fodástico porque ganhou o título de Classical Guitar. Trocando por miúdos, a vida da banda estava uma zona!

Mas ae a Nuclear Blast apareceu com a proposta de tomar de conta de tudo da banda e como toda a narrativa da história já tava toda feita, a galera só sentou no estúdio e gravou o álbum. Mas apenas não sentou e gravou, finalmente Alex e Luca ouviram as opiniões do resto do músicos, quais eram os pontos que eles deviam mudar para não fazerem mais um álbum apático, porque sinceramente gente, "Symphony of Enchanted Lands II - The Dark Secret" e "Rhapsody of Fire - Triumph or Agony" são perfeitamente produzidos, mas não tem o poder que ouvimos até o "Power of the Dragonflame".

A galera deu a idéia geral, Alex e Luca colocaram no papel e que seria modificado. Essa modificação ficou tão visível que todos pensaram que o álbum seria bem Prog, Sea of Fate, saiu e balançou o coração de todo mundo. Onde estavam as sinfonias, onde estavam os coros, as virtuosidades do Luca? E sejamos sinceros novamente, a maioria das bandas de Power estão debadiando para o Prog. Por isso que o susto foi tão grande entre os mais fanáticos como eu.


Depois eles lançam o Single, e a faixa Reign of Terror mostrava que o álbum vinha com várias linhas musicais. E Reign of Terror é a faixa mais rápida, mais sinfonica e mais devastadora do álbum! E finalmente o álbum é lançado semanas atrás. Quatro anos de espera e agonia.Fora que essas comunidades e fóruns no orkut e sites especializados só servem para atrapalhar, todo mundo quer saber de tudo e acabam inventando cada coisa....

Algalord Chronicles. Quem lembra como terminou a história do "Triumph or Agony"? Os sete Senhores das Terras livres finalmente acharam a caverna Dar-Kunor, local de onde vinha todo o mal que estava apodrecendo a Terra, Nekron finalmente dá as caras e junta sua Ordem Negra. O problema é que a galera chegou atrasado demais e se iniciou o apocalipse para todo mundo, ou seja, Fudeo! Em "The Frozen Tears of Angels" a história ganha um rumo mais divino, agora é fúria dos anjos, a Ordem Branca dos Dragões, todos lutando entre si. Assim, dá-se início a The Dark Secret Saga III. Eu acho que o Luca está perdendo é dinheiro em não lançar as Algalord Chronicles em livros.

Musicalmente eu não preciso falar nada. Apenas que eles tiraram bastantes passagens narradas entre as músicas, e é por isso que se tem aquela noção que o álbum está menor. As introduções ficaram menores, as melodia são mais diretas. E finalmente Luca fez sua homenagem a seu país, além de ser cantada em italiano Danza Di Fuoco E Ghiaccio, Luca poe um pouco da musicalidade tarantela mediterrânea. Ficou belíssimo por sinal!!

É um álbum que mostra um Rhapsody renovado, criativo, poderoso e além de tudo, bastante feliz. Você sente um alívio nas músicas, como se eles agora podessem mostra o verdadeiro sentido de Poder para a música. Conta novamente com o Velhinho e genioso Cristopher Lee sendo o narrador e o Magic King. Acho que enquanto existir vida entre os dois, será uma parceria que nunca terminará. Fábio Lione é a lenda já, esse cara canta demais. Interpreta finalmente o que ele sempre escondeu no Rhapsody, fora que o cara é único, álguém já sacou ele tem um sotoque bem carregado que as vezes fica um inglitaliano!? Alex diminuiu nos solos de teclado, mas abusou até ficar perfeito nos efeitos, sinfonias e coros. Luca finalmente voltou a fazer solos que preste! O resto da banda continua perfeita demais, Patrice é um excelente baixista, seu acompanhamento é de outro planeta. Alex Holzwarth é Alex Holzwarth! =)

Eu não sei se será o melhor álbum do ano, porque esse ano tá vindo cada varada louca que fica dificil ter essa certeza. Mas eu posso dizer consciente que o Poder voltou e ele está no meio de nós, não existe banda que fez ou faça o que essa banda criou, ou seja, não existe nada acima deles no quesito Symphonic Metal, Amém.

Esse post irá para muita gente, mas eu preferi não colocar aqui para não esquecer de alguns, mas eu sei que cada um sabe quem é!


Estamos cheios de supresas, AQUI, você irá baixar o encarte em qualidade suprema que dá até para ler as letras e tudo que aconteceu na gravação do álbum. Obrigado Miller!


Rhapsody of Fire - Sea of Fate (CLIP)

Para baixar o Clip, clique AQUI. E me sigam no Twitter.







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13 de abril de 2010



Rhapsody of Fire - Reing of Terror (SINGLE) (2010)



País: Itália
Estilo: Symphonic Power Metal

1 - On the way to Ainor - Version Complet (Mediafire e Megaupload)
2 - Reign of Terror - Version Complet (Medifire e 4Shared)
3 - Sea of Fate - Version Complet (Mediafire e 4Shared)

7 - Lost in Cold Dreams (Mediafire)

link in Track´s
links nas Faixas

As três primeiras faixas fazem parte do Single Reing of Terror, já a faixa Lost in Cold Dreams vazou de verdade! Mighty, Immortal, Warriors, Rhapsody!!




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3 de março de 2010

...........Rhapsody of Fire - Discografia..........


Formação Atual:
Fabio Lione - Vocals
Luca Turilli - Guitars
Alex Staropoli - Keyboards, Harpsichord, Piano
Patrice Guers - Bass
Alex Holzwarth - Drums, Percussion
Site Oficial
MySpace


1994 Thundercross - Land of Immortals [DEMO]

1. Invernal Fury 04:33
2. Warrior of Ice 04:04
3. Land of Immortals 05:23
4. Holy Wind 03:32
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Lands of Immortals é uma Demo que foi lançado quando a banda tinha o nome de Thundercross.


1995 - Eternal Glory [DEMO]

Vocals : Christiano Adacher
Guitars : Luca Turilli
Bass : Andrea Furlan
Drums : Daniele Carbonera
Keyboards : Alex Staropoli

1. Invernal Fury 04:38
2. Warrior of Ice 04:10
3. Tears At Nightfall 01:14
4. Alive And Prou 06:02
5. Land of Immortals 05:45
6. Holy Wind 03:41
7. Eternal Glory 09:35
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1997 - Legendary Tales [Estúdio]

Fabio Lione - Vocals
Luca Turilli - Guitar
Alex Staropoli - Keyboards
Danielle Carbonera - Drums

1. Ira Tenax 01:13
2. Warrior of Ice 05:57
3. Rage of the Winter 06:09
4. Forest of Unicorns 03:23
5. Flames of Revenge 05:32
6. Virgin Skies 01:20
7. Land of Immortals 04:50
8. Echoes of Tragedy 03:31
9. Lord of the Thunder 05:31
10. Legendary Tales 07:49
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1998 - Emerald Sword [Single]

1. Emerald Sword 04:21
2. Where Dragons Fly (Non-Album Track) 04:34
3. Land of Immortals (Remake Version) 04:51
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1998 - Symphony of Enchanted Lands [Estúdio]

1. Epicus Furor 01:14
2. Emerald Sword 04:20
3. Wisdom of the Kings 04:28
4. Heroes of the Lost Valley 02:04
5. Eternal Glory 07:29
6. Beyond the Gates of Infinity 07:23
7. Wings of Destiny 04:28
8. The Dark Tower of Abyss 06:46
9. Riding the Winds of Eternity 04:13
10. Symphony of Enchanted Lands 13:16
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2000 - Holy Thunderforce [Single]

1. Holy Thunderforce 04:22
2. Dargor, Shadowlord of the Black Mountain (Extended Version) 08:28
3. Rage of the Winter (Orchestral Version) 04:47
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2000 - Dawn of Victory [Estúdio]

Fabio Lione - Vocals
Luca Turilli - Guitar
Alessandro Lotta - Bass
Alex Staropoli - Keyboards

1. Lux Triumphans 02:00
2. Dawn of Victory 04:47
3. Triumph For My Magic Steel 05:47
4. The Village of Dwarves 03:52
5. Dargor - Shadowlord of the Black Mountain 04:48
6. The Bloody Rage of the Titans 06:24
7. Holy Thunderforce 04:21
8. Trolls in the Dark 02:33
9. The Last Winged Unicorn 05:43
10. The Mighty Ride of the Firelord 09:16
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2001 - Rain of a Thousand Flames [EP]

1. Rain of A Thousand Flames 03:44
2. Deadly Omen 01:49
3. Queen of the Dark Horizons 13:41
4. Tears of A Dying Angel 06:22
5. Elnor's Magic Valley 01:41
6. The Poem's Evil Page 04:04
7. The Wizard's Last Rhymes 10:32
Download...\,,/


2002 - Power of the Dragonflame [Estúdio]

1. In Tenebris 01:28
2. Knightrider of Doom 03:57
3. Power of the Dragonflame 04:27
4. The March of the Swordmaster 05:04
5. When Demons Awake 06:47
6. Agony Is My name 04:58
7. Lamento Eroico 04:38
8. Steelgods of the Last Apocalypse 05:49
9. The Pride of the Tyrant 04:51
10. Gargoyles, Angels of Darkness 19:03
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2004 - Tales From The Emerald Sword Saga [Best of/Compilation]

1. Warrior of Ice 05:59
2. Rage of the Winter (Symphonic Version) 04:49
3. Forest of Unicorns 03:24
4. Land of Immortals (Remix) 04:51
5. Emerald Sword 04:21
6. Wisdom of the Kings 04:30
7. Wings of Destiny 04:32
8. Riding the Winds of Eternity (Edit) 03:48
9. Dawn of Victory 04:49
10. Holy Thunderforce (Remix) 04:17
11. The Village of Dwarves 03:51
12. Rain of A Thousand Flames 03:42
13. Knightrider of Doom 03:59
14. March of the Swordmaster 05:02
15. Power of the Dragonflame 04:25
16. Lamento Eroico 04:38
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2004 - The Dark Secret [EP]

Fabio Lione - Vocals
Luca Turilli - Guitar
Dominique Leurquin - Guitar
Patrice Guers - Bass
Alex Staropoli - Keyboards
Alex Holzwarth - Drums

1. Unholy Warcry (Edited Version) 04:26
2. Thunder's Mighty Roar 05:36
3. Guardians of Destiny (English Version) 05:27
4. Sacred Power of Raging Winds 10:09
5. Non Ho Sonno (Remix) 04:08
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2004 - Symphony of Enchanted Lands II - The Dark Secret [Estúdio]

1. The Dark Secret (The Ancient Prophecy - Ira Divina) 04:12
2. Unholy Warcry 05:53
3. Never Forgotten Heroes 05:33
4. Elgard's Green Valleys 02:19
5. The Magic of the Wizard's Dream 04:30
6. Erian's Mystical Rhymes / The White Dragon's Order 10:32
7. The Last Angels' Call 04:37
8. Dragonland's Rivers 03:44
9. Sacred Power of Raging Winds 10:07
10. Guardiani Del Destino 05:51
11. Shadows of Death 08:13
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2005 - The Magic of the Wizard's Dream [Single]

1. The Magic of the Wizard's Dream (English Version) 03:42
2. The Magic of the Wizard's Dream (Italian Version) 03:41
3. The Magic of the Wizard's Dream (French Version) 03:41
4. The Magic of the Wizard's Dream (German Version) 03:43
5. The Magic of the Wizard's Dream (Orchestral Version) 03:42
6. The Magic of the Wizard's Dream (Original Version) 04:26
7. Autumn Twilight (New Song) 03:35
8. Lo Specchio D'Argento (New Song) 04:15
12. Nightfall On the Grey Mountains 07:20
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2006 - Live In Canada 2005 – The Dark Secret [Live Album]

1. The Dark Secret 03:06
2. Unholy Warcry 05:31
3. Wisdom of the Kings 04:20
4. The Village of Dwarves 03:58
5. Erian's Mystical Rhymes 13:12
6. Dawn of Victory 06:17
7. Lamento Eroico 04:45
8. Nightfall On the Grey Mountains 04:40
9. March of the Swordmaster 05:07
10. Emerald Sword 06:06
11. Gran Finale 03:02
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2006 - Rhapsody of Fire - Triumph or Agony [Estúdio]

1. Dar-Kunor 03:13
2. Triumph Or Agony 05:02
3. Heart of the Darklands 04:10
4. Old Age of Wonders 04:35
5. The Myth of the Holy Sword 05:03
6. Il Canto Del Vento 03:54
7. Silent Dream 03:50
8. Bloody Red Dungeons 05:11
9. Son of Pain 04:43
10. The Mystic Prophecy of the Demonknight 16:26
11. Dark Reign of Fire 06:26
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Rhapsody of Fire

Minha idolatria por Rhapsody é antiga. Eu sempre fui fascinado por música clássica e guitarras, e quando ouvi as duas funcionando em perfeita harmonia, isso mudou minha vida. Majestoso, RoF é Majestoso. Sempre esteve no topo das minhas bandas preferidas, isso dura vários anos. E se for por mim, não sairá de lá nunca. Agora vou explicar o porque eles estão no topo pra mim.

Quando Luca tinha 16 anos começouo a tocar guitarra. Fã do neoclassico e barroco, adaptou a velocidade dos solos de guitarra com a música erudita. Era também fascinado por coisas medievais que já naquela epoca tinha escrito algumas música no estilo. Gostava de incluir como introduções ou passagens em suas canções épicas solos de Guitarras. Seu desejo irrevogável, desde o começo, era escrever uma Ópera para guitarra & orquestra. Chama o amigo Alex Staropoli. Criativo e versártil tecladista, Alex ama alternar sons atmosféricos com músicas clássicas. Adora orquestrações e polifonias e sonha em tocar um autêntico teclado de tubos.

Em 1993 formam uma banda chamada ThunderCross. Mas como suas canções eram pomposas e clássicas lutaram bastante tempo para encontrar músicos para a banda. Daniele Carbonera, Baterista vindo da banda Street Shadows, entrou na banda. Mas a alternancia de baixista e vocalista durou por muito tempo. Eles acabaram por receber várias críticas, seria impossívell mesclar o Classico Sinfonico com Metal. Apesar disso tudo, a mesma crítica dizia que estavam lidando com músicos de alta competência e profissionalidade. Em 1994 lançam o Demo "Land of Immortals".O Demo mostrava toda criatividade de Luca e sua fascinação pelo Epico Medieval.

Mas foi apenas em 1995, numa pequenina cidade italiana, que Luca, Alex e Daniele deram o passo decisivo para banda, embora, na época, não aparentasse. Resolveram mudar o nome de Thundercross para Rhapsody.

Um pouco da pessoa que daria o passo decisivo para o crescimento do Rhapsody. Aos 17 anos, ele começou a cantar, e nos anos seguintes aprendeu a modular sua voz em modos diferentes. Alternava o clássico estilo heavy (especialmente com vozes semitonadas) com uma voz mais profunda, atmosférica. Ao estudar canto lídrico, alcançando notas que iria caracterizar no futuro. O nome era Fábio Lione , e sua banda era a Labyrinth. Nessa época, uma curiosidade: Fabio usava o o nome de Joe Terry quando se apresentava em palco. De qualquer modo, em 91, Fabio já deixava a Labyrinth para formar a banda Athena. A primeira demo da Athena veio em 92, quando na banda havia duas guitarras, sem teclados. Em 95, o primeiro álbum intitulado 'Inside The Moon' foi lançado, mas Fabio não participou.

Ao mesmo tempo (em 95), o Rhapsody continuava seu caminho, trabalhando duro. Nessa época, a line-up era composta por Luca Turilli (g), Alex Staropoli (keyb), Daniele Carbonera (d), Christiano Adacher (v) e Andrea Furlan (b). No mesmo ano, a demo 'Land of Immortals' que chega aos ouvidos do empresário alemão Limb Schnoor da Limb Music Products & Publishing, que faz uma proposta para a banda. É claro que os caras aceitaram a oferta e fizeram uma parceria com a LMP. Isso fez com que a banda imediatamente percebesse que precisavam de mais promoções para o trabalho do grupo e entraram no estúdio Bargas Livars em Triste, na Itália em janeiro de 95, onde gravaram e mixaram sua primeira demo sob o nome Rhapsody, intitulada "The Eternal Glory" com sete (7) músicas. Na verdade, a demo era composta das 4 músicas de "Land of Immortals" mais 3 novas composiçõe.

"Eternal Glory" tinha todas suas melodias creditadas a Luca e Alex Staropoli; e as letras 100% creditadas a Luca Turilli. A mixagem foi assinada por Cristiane Stern. Em março de 95 já haviam acabado todo o trabalho, inclusive a capa (cujo conceito gráfico e idéias foram de Luca e Alex), que mostrava um bonito cenário de um sol por detrás das nuvens num entardecer outonal. A demo foi lan\'e7ada no mesmo mês de Março de 95. Entretanto, uma praga começava aparecer presente na banda. Assim como bandas como o Iron Maiden sempre foram assombradas por constantes mudanças na formação, o Rhapsody começava a, aparentemente, provar da mesma sina. Pouco depois de lançarem "The Eternal Glory", Christiano e Andrea Furlan deixaram a banda.

Felizmente, os integrantes não desistiram e encararam isso como um desafio. E, como ás vezes o mau vem pra bem, certamente por obra divina, conheceram o extraordinariamente talentoso Fabio Lione que se destacara por cantar em duas das melhores bandas de metal na Itália: Labyrinth e Athena. Com a visões sempre para frente, os músicos viram em Fabio a possibilidade de se tornarem realmente uma potência no cenário metalístico mundial.

E assim, nasceu em 1997 um dos maiores discos de metal melódico de todos os tempos "Legandary Tales", produzido e mixiado ,craças a Deus, por Sacha Paeth e Miro. Sacha seria o tijolo que tava faltando na construção. Ele produziu Angels Cryng do Angra também. Com R. Limb Schnoor como Produtor Executivo; Sascha e Miro como técnicos de som e 'mixadores', o álbum foi um sucesso estrondoso nos quatro cantos do mundo.

A música do Rhapsody nasceu essencialmente da união de dois elementos: a paixão por música clássica, medieval, renascentista, gótica, folk; e a paixão pelas "Era das Trevas", as lendas antigas e o mundo de fantasia. Bach, Vivaldi, Paganini, Mozart e muitos outros de mesmo n´vel influenciaram fortemente os dois compositores Luca e Alex em seus crescimentos musicais e isso é claramente audível em muitas músicas do RoF, enriquecido pelo barroco e clássico originail, que, como foi dito no começo, são uma marca registrada de Staropoli.Todas essas composiçoes nos Albuns são tocadas por instrumentistas de verdade.

Desde de "Legandy Tales" que Luca procura mostrar o fantástico em suas letras. Onde a hornra, o amor, a glória, a vingança são pano de fundo para sua narrativa. Ele foi pioneiro em narrar uma obra Epica. Cada álbum era uma parte da obra. Nomes como Elgard, Algalord, Dargor, Akron seriam visto nos Albuns seguintes. Cada Encarte dos Albuns vinha um pouco do conto que terminaria no Album "Power of Dragonflame". A concepção ideológica do conto é basicamente a da Saga de Algalord, do guerreiro da luz lutando até o fim pela justça e bondade. Os encartes dos Albuns, coloca o ouvinte na própria Algalord, com seus desenhos fantasiosos de terras distantes e vindouras que lembra Tolkkien. Luca vendo que o conto deixou brechas, escreveu a saga Dark Secret, divida nos Albuns: "Symphony of Enchanted Lands II - The Dark Secret" , "Triumph or Agony".

Luca disse uma vez que não aceitaria outra pessoa mexendo em suas composiçõe com Alex. Ele é egocêntrico de verdade. Mas sem Lione acredito que RoF seria diferente, como certeza eu seria fã, mas nãoo com a mesma intensidade. Fabio completa a fórmula. Luca, Alex e Fábio são os pilares que levaram RoF ao topo e das Bandas de Power Metal.

Atualmente eles estão parados. Em 2004 eles deixaram a LMP pra assinar contrato com a produtora de Joe de Maio (Manowar), o que acabou sendo uma furada. Tiveram que acrescentar Of Fire ao nome, problemas judicias. Depois tiveram uma discussão com Joe e acabaram por terminar o acordo com a produtora dele. Mas em esse ano eles estaram novamente de volta e lançando mais um álbum sem precedentes, pelo menos é que eles estão dizendo! Rhapsody Forever And Ever!!





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