4 de agosto de 2010




Banda: Blind Guardian
Álbum: At the Edge of Time
Ano: 2010
País: Alemanha
Estilo: Progressive Power Metal

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Depois de quatro longos anos de uma espera torturante, temos para ouvir o tão aguardado novo disco de inéditas do Blind Guardian. A banda não precisa de apresentação nenhuma, já que uma carreira que beira os 25 anos recheados de músicas que viraram hinos entre fãs tem auto-credencias o suficientes para dizer a que veio. Este “At the Edge of Time” é uma pequena obra-prima de Blind Guardian. Sim, uso este termo: Blind Guardian. Pode soar estranho e muito pretensioso, mas para mim, essa maravilhosa banda extrapolou os limites do mero metal, atingindo um nível de maturidade musicais e artísticas tão elevadas que alcunha-los simplesmente de ‘banda de metal’ seria desmerecer um trabalho tão incrível e maravilhoso. A banda tem um estilo tão único, tão característico, tão unicamente só seu que creio poder me dar ao luxo de fantasiar que criaram uma subdivisão do metal com seu próprio nome.

Temos mais peso (Algo que a maioria dos fãs sentiu falta no antecessor “A Twist in a Myth”), inúmeros momentos épicos e emocionantes, velocidade, vocais rasgados, vocais limpos brilhantes, solos inspirados, orquestrações, corais bombásticos e uma profusão de elementos folk e místicos que dão um clima espetacular ao álbum. Composições inspiradas, cheias de vigor, feeling, intensidade. Hansi, os guitarristas Andre e Marcus, e o agora mais a vontade baterista Frederick formam um grupo entrosado, coeso e com uma criatividade que parece não ter fim, que nos presenteou com o talvez melhor disco do ano.

A introdução cinematográfica de ‘Sacred Worlds’ é de arrepiar. As vocalizes que antecedem o início do instrumental nos carregam na expectativa do que esta por vir (Por mais que já conhecêssemos a música nas suas duas outras versões, a editada da revista Metal Hammer e do jogo Sacred II – The Fallen Angel). O refrão desta música é imponente, grandioso, levando consigo a essência do termo “épico”. Provavelmente será um momento emocionante na próxima turnê ouvir uma multidão cantando-o a plenos pulmões. Em suma: uma peça fabulosa, de ritmo quase marcial, um verdadeiro hino de guerra empolgante e inspirador.

E a cidade de Tanelorn volta à cena novamente! Dezoito anos depois da clássica “The Quest for Tanelorn”, a mística cidade criada pelo escritor inglês Michael Moorcock que some e reaparece em meio ao tempo e ao espaço dá vida a ‘Tanelorn (Into the Void)’. Uma faixa de riffs cortantes, acelerada e com um refrão poderoso entoado por uma interpretação inspirada de Hansi (Que perdeu os cabelos, mas não pique). Lembra bastante a fase do “Imaginations From The Other Side” (1995).

‘Road of no Realese’ soa melancólica, tem uma letra sombria, que conta uma história trágica, com vários personagens que desenrolam um tipo de diálogo bastante perturbador. É uma ótima faixa, uma semi-balada de contornos épicos, mas que tem uma digestão um pouco mais lenta, mas que com ouvidas mais seguidas e apuradas vai mostrando todo o seu valor.

A próxima é para os saudosistas da fase mais speed metal da banda. ‘Ride Into Obsession’ já começa numa velocidade estonteante, nos atirando de um lado para outro, numa vontade absurda de bangear loucamente. O andamento do vocal é espetacular, Hansi mais uma vez nos brinda com uma interpretação irrepreensível, que desanda num refrão impressionante, de se cantar junto até perder o fôlego.

Como de costume temos a balada medieval. ‘Curse My Name’ é uma música linda, repleta de dedilhados, percussões e vários instrumentos acústicos que dão um clima mágico a ela. Eu duvido que eles consigam algum dia criar outro clássico como “The Bards Song – In The Forest”, que seja entoado unissonamente por toda a platéia dos shows, mas de qualquer forma, as baladas que apareceram nos discos seguintes são todas de beleza inquestionáveis, singelas, tocantes e que sempre irão salientar a veia medieval dos bardos alemães.

Eu digo sem vergonha nenhuma: emocionei-me muito com o refrão de ‘Valkyries’. É uma música absurdamente linda, um tanto melancólica, mas que transborda feeling. Um começo com chuva de chuva e trovões distantes, ficou na minha cabeça a imagem de um campo de batalha arrasado onde os bravos guerreiros agonizam a espera da glória do Valhalla. O instrumental da música é épico, tocante, que evoca os deuses e as criaturas da mitologia nórdica. E a mitologia dos países escandinavos é de certa forma recorrente na temática do Blind, passando pelo clássico absoluto ‘Valhalla’ do “Follow the Blind” e também dando as caras na bela balda ‘Skalds and Shadows’ do último disco. Enfim, uma das melhores do disco todo.

Depois temos a interessantíssima ‘Control the Divine’, que provavelmente seja uma das referências à obra “Roda do Tempo” de Robert Jordan (Um escritor norte-americano pouco conhecido no Brasil) que estão neste disco. Uma música veloz, com bastante pegada, que começa parecendo um pouco confusa, mas que depois emenda um refrão muito bom. A banda manteve os fãs inteirados sobre o processo de produção vi Twitter, e em algum Tweet mencionaram que esta música em especial rendeu muito trabalho, tão intenso que parecia que estavam querendo controlar algo que fosse obra de Deus, por isso seu nome. Uma sacada interessante.

Mais uma balada! E uma balada de respeito também, diga-se de passagem. ‘War of the Thrones’ é baseada no livro “A Game oh Thrones”, que é o primeiro livro de uma série de 7 que compõe a saga de fantasia “A Song of Ice and Fire”, do escritor norte-americano George R. R. Martin (outro autor que infelizmente não é muito conhecido no Brasil). Uma música belíssima, charmosa, que talvez tenha um nome forte demais, mas que proporciona um ótimo equilíbrio para o disco, uma respirada bem profunda para se preparar para o que nos aguarda na reta final.

‘A Voice in the Dark’ tem uma pegada tão intensa que poderia facilmente fazer parte do track-list do “Imaginations From the Other Side” (1995). É o single do disco e conta com um vídeo clipe muito bacana (Apesar de ser um tanto tosco em algumas partes, porém muitíssimo bem produzido). Esta sim é referência a já citada séria “Roda do Tempo”, já que um dos personagens da história é justamente “A Voz na Escuridão”, que seria o grande vilão da trama. Outro grande destaque do disco, talvez a melhor e que com certeza estará no set da próxima turnê, e com certeza absoluta será brada com entusiasmo pela platéia.

E para fechar com chave de ouro temos a obra-prima ‘Wheel of Time’. Li uma entrevista em algum lugar onde eles diziam que iriam fazer uma música que unisse o caráter homérico e épico de ‘And Then There Was Silence’ com o peso e a velocidade de ‘The Script for my Requiem’, e pode-se afirmar com certeza absoluta que eles conseguiriam. Obviamente também é referência a série “Roda do Tempo”, e isso absolutamente claro onde diz: “Just keep on spinning, there's no beginning'”, já que na história o mundo não tem começo nem fim, foi criado pela roda do tempo que é alimentada pela magia da verdadeira fonte. Um espetáculo de música, repleto de orquestrações, elementos árabes, corais e instrumentos exóticos. Uma verdadeira fusão de tudo que se ouviu nas outras faixas, numa química perfeita, balanceada e que resultou num produto final esplêndido, absurdamente épico e cheio de peso e velocidade.

O disco dois traz versões demos e orquestrais, mais o cover ‘You’re the Voice’ (De John Farnham) numa edição feita para as rádios européias. Um material bastante interessante, denotando versatilidade e dando mostras de como é o processo criativo entre o começo e o fim do trabalho nas músicas.

Por fim, um trabalho maravilhoso, esmerado, onde eles se esforçaram ao máximo para garantir aos fãs um produto de altíssima qualidade. Talvez não se torne um clássico indubitável entre todos os fãs, mas mesmo assim merece um 10 sem ressalvas.

E antes de terminar eu ainda preciso dizer algumas coisas: estas linhas foram escritas por um fã apaixonado pela banda. De fato não sou nenhum crítico renomado, abalizado e cheio de credenciais que me dêem status de comentar o trabalho de alguém. E exatamente por isso talvez muita gente que venha a ler isto aqui me alcunhe de puxa-saco, fã cego, que baba por qualquer coisa que a banda faça, mesmo que fosse ruim.

Tenho visto muitos comentários por aí de gente que se diz “old-school”, da “velha guarda” do metal, criticando muito durante a banda, falando mal do disco (E mesmo dos trabalhos mais recentes também), exigindo que a banda devesse continuar no speed metal dos dois primeiros discos, defendendo que aquilo era música de homem, sem frescuras, sem nerdices. Bem, é opinião, não poderia eu ir contra ela. Mas algo é factual: se o Blind Guardian tivesse seguido somente naquela linha, teria desaparecido no mar de bandas que fazem um som exatamente igual aquele, e jamais acabaria sendo a banda de culto que é hoje, idolatrada, com fãs tão fiéis e com certeza mão teria seu nome no hall as maiores bandas de metal (Não creio que coloca-los entre gigantes do metal seja exagero, pois quem só considera Black Sabbath, Iron Maiden, Judas Priest e Metallica como gigantes é muito poser).

Sendo assim, se não gostar do álbum, muito bem, que o seja, mas não desmereça o trabalho duro da banda, que proporcionou um material de uma qualidade absurda para seus fãs. Só sendo muito cego para querer negar que o trabalho está perfeito, mesmo não se identificando com o resultado. Bancar o troll machão e pagar de mau por ouvir metal é assinar atestado de retardo mental.

Por fim: “Bards you are, Bards you will be, and Bards you have always been..”

Blind Guardian rules!

Júlio André







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33 comentários:

Pikachu Sama disse...

SE GOSTOU COMENTE!!!

Download

Gunther disse...

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA, BOA NEGRO!
Tirou as palavras de mim vei, XD

Philipe disse...

Pikachu meu camarada. Gostei do que disse.
Cara preciso ouvir esse play.

powerofsteel disse...

Fodah simplesmente fodah!!!!!!!!

>_<' disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
>_<' disse...

blind guardian \m/

Anônimo disse...

Foi-se a época áurea e boa do speed metal do blind guardian como no batallins of fear, agora simplesmente é uma merda!!!!!!!!!

pedro89x disse...

Muy buen disco gracias!

unables disse...

ISSO É PODER MEU AMIGO! K

PANDA disse...

sem comments... °.°

Gunther disse...

Engraçado que esses caras que falam que o disco tá uma merda só postam como anônimo, não vou falar mais nada... O álbum tá perfeito vei!

Boscobass disse...

é verdade, os caras falam bosta mas nao botam a cara, o cd ta docaralho vei
parabens pelo post cara!

Philipe disse...

No minimo "No minimo" eses caras são umas bichonas. Bota a cara aê cumpade!!!

MÅ®løn MÅt˵§ - [√.ΐ.Þ]™ disse...

FODAAAA, SIMPLESMENTE FOOODAAA!

www.blindguardianbrasil.com.br

Sem +. :DDDDD

Anônimo disse...

Olá!

É a primeira vez que vou deixar aqui um comentário.

Vou começar por dizer que tenho 41 anos. Sou um amante da velha guarda do Heavy Metal.
Os mais de 32 anos que levo de Heavy Metal, foram-me ensinando a analizar uma banda, começando pelo lado tecnico, instrumentalmente e pela voz.

Blind Guardian, é uma daquelas bandas que por muito tente ouvir, não consigo. Tecnicamente foi sempre uma banda fraca, quer instrumentalmente, quer na voz.
Fiquei sempre à espera que eles evoluissem e se tornassem, finalmente bons musicos. Mas até hoje, isso nunca aconteceu.
Pode ser aqui e ali, uma banda agradável, musicamente, mas no geral é e sempre o foi, uma banda fraca e que tem como vocalista, um vocalista fraco. Para mim, o todo é muito importante. E se o todo não for bom, e não apenas a musica que praticam, não presta. Quem sabe eles apresentem, um destes anos, um grande album, e que nele demonstrem uma boa técnica e uma boa voz!

Gunther disse...

Aê anônimo, 41 anos? 32 de heavy metal? Poooooooorra, fodão você hein! Depois quero andar contigo na rua pra me sentir bom também. O cara vem aqui cheio de marra pra falar uma merda dessas, dizer que Blind Guardian é e sempre foi uma banda fraca? Ah vai se lascar mano, vai mesmo, eu não posso tratar ninguém assim aqui mas você passou do limite, eu quero ver você dizer que The Bard's song é uma música fraca e mal feita, não é? Você pode ter 999999 anos meu caro, mas sua opinião não vai valer para os que curtem um som bem trabalhado e com muita pomposidade como Blind.

Joh disse...

Esse anônimo é um minimo um infeliz e dotado de alguma puta frustração. O cara vem aqui e fala um cabrunco desses, é foda! Aqui é um momento de celebração, de alegria por mais um grande trabalho do Blind Guardian que chega aos nossos ouvidos, o qual na minha opinião se aproxima bastante do Imaginations e do Nightfall. Resulta no minimo um absurdo o que esse cara fala, tendo em vista que ao longo de cada disco a evolução tecnica é notavel e, o "imaginations from the other side" foi sem duvida alguma um grande divisor de àguas nesse contexto, musicalmente falando. Long Live For the Blind Guardian!!!

powerofsteel disse...

Independente se é anonimo ou não, é a opinião dele.........

Não ofendendo ninguém em seus comentários, ok tá valendo......


Gosto é gosto, eu particulamente achei incrivel esse novo disco, muito melhor que o antecessor.....

Pikachu Sama disse...

Rapz, gosto é gosto, ninguém está aqui para julgar quem quer se seja, se ele escuta heavy, black ou death ninguém pode julgar, como também não se pode julgar se ele não gostou do álbum. O problema meu caro amigo que curte heavy Metal desde dos anos 70, aqui no DoS a galera gosta de BG, então voce foi infeliz em comentar isso para um bando de louco por Power Metal. Eu agradeço demais sua opinão sobre isso, mostra que estamos sendo bem visitados. Valeu mesmo! Se não gosta, não reclama, faça como alguns, apenas diga que não gostou. Porque sua opiniao mostrou que voce esta procurando conversa com o pessoal.

Anônimo disse...

Não gostaram do que eu disse, quando falei dos Blind Guardian!
Mas para que entendam vou dar dois exemplos. Um, de uma banda que durante anos me desagrou, por achar que eram fracos, instrumentalmente falando, e que soube evoluir, e hoje são uma banda muito boa, em todos os aspectos. E refiro-me a Edguy. E o outro exemplo, é de uma banda enorme. Enorme vocalmente, enorme instromentalmente desde o inicio da sua carreira. Refiro-me aos Black Majesty. Infelizmente, os Blind Guardian, estão muito, muito longe, se quer para se aproximarem dos geniais Black Majesty. Talvez um destes anos; se finalmente evoluirem!

Boscobass disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Boscobass disse...

gosto é gosto, certo, concordo plenamente...
então pq não passou direto no link de comment?
ta fazendo questão de ser chato?
e pq ta anonimo?
pois é bixo... posso ate respeitar seu gosto, mas ainda axo vc um belo pau no cu
principalmente agora com os seus "32 anos de heavy metal".

Farofa de Batata =] disse...

Suilad Meninos!!!

Aiai sempre a mesma ladainha, poxa música é pra sentir com o coração, sem ladainha técnica...Blind é uma banda lendaria, faz parte da história do metal e é reconhecida como uma das melhores no seu genero e ponto! Gostar é outra história, não é de fato tds que gostam, tem que ter sangue medieval nas veias rsrsrs! Ou diria O Senhor do Anéis? Que seja!

Agora comentários técnicos deixem pros músicos que deixam a alma de lado e só se importam com a técnica =P Sejam velhos ou novos, sejam quem for, o metal precisa de união e não discordia, não gosta de Blind? Não faça o download, mas deixe quem gosta dizer o qt faz bem ouvir esse cd !!!

Além do mais Edguy hj é uma mera copia do Bon Jovi, Edguy bom foi no Hellfire Club, fui nos shows e posso afirmar hj eles são um sopro do que eram...pelo menos enquanto o Tobias quiser ser rock star...sorry quem gosta, eu já gostei e ouvi mto, hj já axo um pouco forçado...

Miquilissss
Bru

Meninos espero não ter dito nenhuma besteira, eu só disse o que acho, nem errado nem certo, é que já cansei de gente dizendo merda em nome da técnica =P

Iuri disse...

boscobass, poderiamos ter passado muito bem sem este seu post. o cara disse que não gosta e ainda deu motivo (tecnica vocal e instrumental), independente de você gostar ou não, o cara não ofendeu ninguem, e você o atacou com ofensas simplesmente por não gostar. muito maduro não?

quanto a mim, achei a introdução da Sacred Worlds LINDA *.*, e a expectativa para o resto do cd tava grande, mas dae veio aquele "AAAAAAAAAAAAA, into the fire" da Tanelorn e eu ja me remexi de medo... depois a guitarrinha tosca na introdução de Road of no Release me jogou um balde de agua fria.

Agora que eu ja ouvi o cd melhor vi que ta realmente bom, só deu o azar de colocarem os maiores anti-climax depois da obra-prima do cd.

Boscobass disse...

luri, ta achando ruim?
posso fazer nada...
nao o ofendi por que ele nao gosta de blind guardian, mas sim pq ele veio com o peito estufado dizendo que tem 32 anos de heavy metal
nao retiro uma palavra do que eu escrevi!

Antonio Roque disse...

Não me importo muito com a opinião dos outros,mas essa de "32 anos de heavy metal" me tirou boas risadas.
Em relação ao album,devo dizer que é um belíssimo trabalho,muito bom.

Mauricio disse...

Muito ruim!!!!!!!!!!! Já passou a época do Blind Guardian faz tempo!!!!!!

mauricio disse...

Só os três primeiros discos são inesquecíveis, o resto é mera encheção de linguiça com flautinhas toscas pensando que estão na floresta num filme do senhor dos anéis. . .

mauricio disse...

Escuta batallions of fear e wizard's crown que vocês irão ver a diferença! é gritante! Concordo que as bandas têm que evoluirem, mas para melhor e não para pior. Concordo que ficar na mesmice é chato, mas taí o iron maiden faz 30 anos!!!

mauricio disse...

Tá mais ou menos. . . .

Antonio Roque disse...

na boa amigo,não gostou do album do Blind,não reconheceu o trabalho deles,blz.
Só não questiona se eles evoluiram ou não.
Os grandes clássicos que são entoados pela galera nos shows,não foram apenas lançados nos primeiros albuns,e sim ao longo de uma trajetória fantástica.

Ҝάŏς™ disse...

Discussão acalorada. Na minha opinião BG é um ícone do Power Metal, e sempre serão, e ninguém vai tirar isso de quem curte metal, independente da vertente... Isso é inegável.

Discutir técnica musical, discutir se o trampo de uma banda está bom ou não, é como procurar motivo pra gostar de alguma coisa, é como buscar uma fórmula matemática para amar música. Isso não existe.

Quem curte música, curte com a alma, com o coração. Muitas bandas acabam alcançando o ouvinte fazendo exatamente o que gostam: tocando com o coração.

Se não gosta, paciência. Nem todos se identificam com algumas bandas. Há uma série de fatores que levam uma pessoa a se identificar com uma banda.

Tenho pouco tempo de metal. Cerca de 20 anos. Já passei por muitas coisas. Aprendi a respeitar os gostos de outras pessoas. Se o amigo anônimo ainda não aprendeu a guardar esse tipo de opinião para si, demonstra que com 'toda essa experiência no metal' não aprendeu nada mais construtivo.

Ah! Só lembrando. Tem uma edição especial desse novo album do BG rolando na net, edição limitada. Então corram pra achar =D.
Se quiserem, eu posso upar pra galera.

Up the Irons!!! Sing the bards!!!

Marlon disse...

Não é segredo para ninguém que me conhece que BG é minha banda favorita, e o que posso dizer é que eu de fato até ano passado estava temeroso quanto a esse novo album, "estava", pois ao ouvi-lo e ouvi-lo (sem cansar) constatei que a banda continua estonteante, e de tirar o folego, foi emocionante ouvir esse album, como ja falaram antes, musica é pra tocar a alma, e nao o lado lógico do cérebro U_U.


Concordo que os primeiros albuns sao inesquecíveis, mas discordo que a banda seja só isso, ao contrário, a banda evoluiu muito, assim como hansi tmb, que mesmo nao tendo a mesma potência da época do seu auge, continua com seu vocal único e incrivel.

Senhor 40 anos...que história é essa de: "pode ser que em um desses anos eles apresentem um album bom..." ?
Eles vem fazendo isso a anos, se vc nao consegue ver, desista, continue apenas ouvindo suas bandas favoritas e que vc julga ter o nível técnico digno de vossa senhoria.

Quanto ao que falaram do "rock star" tobias...

em partes concordo
TIPO
metal opera é um de meus albuns favoritos, mas desde que vi a foto do "Toto" na capa do lost in space, que eu me pergunto "-QUE PORRA É ESSA?", mas nao tenho queixas elaboradas, continuo gostanto.

Logo,aki estamos falando de BG

E posso dizer, amo essa banda

e O album é INCRIVEL!