5 de janeiro de 2012


Banda: Machine Head
Álbum: Unto The Locust
Ano: 2011
País: EUA
Estilo: Thrash/Groove Metal

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Em todos os sites, revistas, especialistas, blogs e o diabo que aborda metal estão colocando esse álbum na lista do melhores. Baixei, ouvi e postei. Assustador!! \m/

Como é o primeiro álbum do Machine Head que posto vou fazer um breve histórico da banda:

Machine Head é uma banda de thrash/groove metal, formada em 1992 em Oakland, Califórnia. Seus componentes originais são: Robb Flynn (vocal e guitarra), Logan Mader (guitarra), Adam Duce (baixo e backing vocal) e Chris Kontos (bateria).

Seu primeiro álbum, chamado Burn My Eyes (1994), foi consagrado pelos fãs e crítica. Tendo várias faixas que tornaram-se verdadeiros hinos para fãs deste estilo músical. Como por exemplo: “Davidian”, “Old” e “None But My Own”.

Com o lançamento de seu primeiro álbum a banda foi chamada de “filhos do Slayer”, pelo peso e a notável influência que esta banda exercia sobre eles. Após isto o baterista Chris Kontos largou a banda para se juntar ao Testament e para substituí-lo entrou na banda o baterista Dave McClain, para então lançarem seu segundo álbum The More Things Change (1997). Este novo álbum foi marcado com uma nova fase da banda. As músicas eram mais agressivas e com uma certa pitada de hardcore. “The More Things Change” fez muito sucesso com os fãs da banda também, com destaque para as músicas “Ten Ton Hammer” e “Take My Scars”.

Em 1998 inesperadamente o guitarrista Logan Mader saiu da banda e foi substituído por Ahrue Luster. Com um novo guitarrista a banda lançou em 1999 um novo álbum, entitulado The Burning Red. Este foi, talvez o álbum mais polêmico da banda. Seu estilo havia mudado bastante. Havia forte influência de new metal, com vocais de rap e bases de guitarra mais simples. Mas em compensação foi o álbum da banda que a tornou mais conhecida do grande público. Talvez por apresentar as músicas de uma forma mais popular. Este álbum conta com clássicos do Machine Head, como “The Blood, The Sweat, The Tears”, “From This Day” e “The Burning Red”.

O álbum Supercharger foi lançado em 2001, que talvez tenha sido o álbum de maior fracasso na carreira da banda. Dentre vários motivos do fracasso um é que o videoclip da música Crashing Around You mostrava dois prédios em chamas, lançado pouco depois do atentado ao World Trade Center.

Em 2002 o guitarrista Ahrue Luster largou a banda e foi substituído por Phil Demmel que já havia tocado com Robb Flynn na banda Vio-lence. Então em 2003 foi lançado o álbum Hellalive gravado ao vivo na Brixton Academy, em Londres que contém os maiores sucessos da banda tocados ao vivo.

Ainda em 2003 o álbum Through the Ashes of Empires foi lançado na europa, e depois em 2004 foi lançado nos Estados Unidos. Through the Ashes of Empires foi uma verdadeira volta às raízes do Machine Head. Com o peso e a agressividade de volta ao estilo músical este disco é considerado por muitos como o melhor da banda desde Burn My Eyes. Conta com músicas que em pouco tempo se tornaram clássicos, como: “Imperium”, “Seasons Wither” e “Descend The Shades Of Night”.

Recentemente o Machine Head gravou a música Battery do Metallica para uma edição comemorativa de 20 anos do álbum Master of Puppets promovida pela revista de rock americana Kerrang!. Também participaram da gravação deste álbum as bandas Trivium, Mendeed, Bullet For My Valentine, Chimaira, Fightstar, Mastodon e Funeral for a Friend.

A banda produziu o seu sexto álbum, lançado a 27 de março de 2007. O álbum chama-se The Blackening e conta com faixas como “Aesthetics of Hate”, “Halo”, “The Beautiful Mourning” e “Now I Lay Thee Down”. (Editado do Lastfm)





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